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Publicado em: 19/06/2019 15:33 | Fonte/Agência: Prefeitura Municipal de São Mateus do Sul | Autor: Prefeitura Municipal de São Mateus do Sul

 

 

Fonte: Site da Prefeitura de São Mateus do Sul


Na terça-feira (18/06), o presidente da Câmara Municipal, Nereu Dal Lago e o vereador Jackson Machado, assim como o prefeito Luiz Adyr, participaram de importante reunião intermediada pelo líder do Governo na Assembleia Legislativa no Paraná (ALEP), deputado Hussein Bakri, junto ao secretário estadual do Planejamento, Valdemar Bernardo Jorge e o diretor-presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Everton Luiz da Costa Souza.

Também estiveram presentes, o secretário de Indústria e Comércio, Eduardo Ferreira, o chefe de gabinete do Deputado Hussein, Marcelo Schlenert e representantes da Unidade de Industrialização do Xisto – Petrobrás Six.

A reunião foi baseada na discussão sobre possíveis soluções para movimentar a economia do município e sua inserção nas linhas de incentivo do Paraná Competitivo, programa que concede benefícios para empresas instaladas de maneira estratégica. Um dos assuntos debatidos foi o aumento da produção e comercialização do Xisto Agrícola, através do desenvolvimento de novos insumos para a agricultura por meio do aproveitamento de coprodutos do processamento do folhelho pirobetuminoso (xisto), efetuado pela SIX.

Segundo os dirigentes da estatal, os derivados do xisto podem, por exemplo, ser usados na agricultura como defensivo agrícola, onde cerca de 80% dos fertilizantes usados no Brasil são importados. Com a utilização desta alternativa, teríamos um aumento mínimo de 10% da produção e com isso a criação de novas oportunidades de geração de renda e emprego, não somente em São Mateus do Sul, mas também em toda a região do Vale do Iguaçu.

 “Essa é uma pauta que só trará reflexos positivos. O Estado ganha com aumento de arrecadação, o município e a população ganham economicamente e os produtores rurais terão um custo menor de produção”, afirmou Hussein Bakri.

Segundo o secretário de governo, já estão tramitando no IAP as licenças ambientais necessárias, amparadas em estudos do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR).